Mais um dia se passou
e meu desejo de te encontar se perdeu por aí...
é triste quando ele vai embora
escapa pelos meus dedos, foge sem se despedir.
E aí, encontra um novo caminho, um outro rumo a ser seguido,
um novo destino.
Não, não é você! Não é o mesmo que conheci, não é o mesmo que outro dia estava aqui, pra mim.
Deve ter se perdido pelo caminho, assim como meu desejo de te encontar se perdeu.
Ah, se você voltasse...
eu poderia te dizer o que eu sinto.
Sinto muito.
Eu não sinto.
Meus sentimentos esvairam-se
como a lágrima que escorreu e que agora evapora lentamente
E o que eu sentia por você se tornou fraco, lânguido, quase inexistente.
Eu não sinto.
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Momento
Hoje me sinto vazia.
Preciso ter, preciso ver...
você.
Hoje festejo por te conhecer,
por te amar e você não saber.
Hoje escrevo para dizer que não consigo mais não pensar em você.
Preciso ter, preciso ver...
você.
Hoje festejo por te conhecer,
por te amar e você não saber.
Hoje escrevo para dizer que não consigo mais não pensar em você.
quinta-feira, 22 de maio de 2008

Será que você não vê?
Não percebe o que está acontecendo?
Me iludi com as mais doces palavras,
e depois joga fora o meu mais puro sentimento?
Por que você faz isso comigo?
Entrou na minha vida por acaso
e acha que pode fazer o que bem enteder?
Não, meu querido, não é assim que funciona.
Vou tentar te explicar:
Faça o que fizer, jamais seja frio com quem gosta de você.
Isso pode gerar consequências desagradáveis, sabe?
Se vc demonstrou um certo interesse e o mínimo de carinho, por favor, não aja com indiferença alguns dias depois.
É preferível que me magoe, me faça sangrar com as mais duras palavras, mas, por favor, não seja indiferente comigo.
Sonhei com você essa noite.
Era uma praia, bem bonita.
Uma praia bem bonita.
Eu estava sentada num banquinho.
Você se aproximou. Me entregou uma rosa. Falou que eu estava bonita.
Eu não acreditei e virei o rosto, me escondendo na minha timidez.
A brisa do fim de tarde fazia cócegas no meu rosto. Não, acho que era a sua mão o acariciando.
Eu falei alguma coisa e você achou graça.
[nos meus sonhos você sempre acha graça]
Ficamos conversando no banquinho da praia, enquanto crianças acrobatas se divertiam na areia.
Eu podia ter ficado ali por horas, escutando a sua voz, olhando o seu rosto e o seu cabelo bagunçado.
Eu podia ter ficado ali por dias. Meses, talvez.
O sol já estava se pondo. Foi o pôr-do-sol mais lindo que eu já vi.
Então, você disse coisas lindas. Foi a minha vez de achar graça.
Me deu um beijo.
Disse que me amava. E que nunca ia me abandonar.
E ficamos ali, sentados, esperando que o sonho terminasse.
Terminou.
E você não cumpriu a promessa.
Me abandonou.
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